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Mostrando postagens com o rótulo Experiências de Física

Ondas Estacionárias em um Corda Vibrante

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Fonte:http://www.fisicapaidegua.com/teoria/acustica/violao_02.jpg Em uma corda onde duas ondas senoidais com a mesma amplitude e o mesmo comprimento de onda se propagam em sentidos opostos, a interferência mútua produz uma onda estacionária Uma onda estacionária é caracterizada por ter uma forma que não se move, ou seja, ela tem uma forma estática, pois devido a interferência os pontos de máximo e mínimo não variam no tempo. Outra característica desse tipo de onda é a existência de pontos chamado de nós , os quais ficam constantemente imóveis, enquanto isso o ponto médio entre dois nós é chamado de antinós, onde a onda tem amplitude é máxima. A equação de descrever uma onda estacionária é dada por: Equação 1 Sendo que essa equação é obtida somando a equação de duas ondas iguais que se propagam numa corda em sentidos contrários, assim as grandezas a seguir são iguais para as essas duas ondas: amplitude máxima Ym,  frequência angular ω, número de onda k, períod...

Ondas Estacionárias

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            Ondas estacionárias, que apesar do nome contraditório, são ondas que se formam a partir da uma interferência de duas ondas iguais, mas com sentidos opostos. Sendo que essas ondas possuem um padrão estacionário, o qual lhe confere a sua forma.  Através do vídeo a sequer é mais fácil de compreender esse fenômeno . E com ajuda de um auto falante um telefone e um aplicativo gerador de ondas e possível fazer um experimento para visualizar essas ondas. LINK PARA O TRABALHO DE AULA Autores: Mariano Faustino; Ursula de Moura  e Felipe Menezes

Relatório de atividades do projeto EXP-CP.TBCT #3

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Vídeo para a análise do movimento no Tracker.

Pêndulo simples (Experiência de laboratório)

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            Um pêndulo simples é constituído por um fio, cuja a massa é desprezível, que tem uma extremidade fixa e a outra presa a um peso. Quando a resultante das forças que atuam sobre o peso do pêndulo for nula, dizemos que ele está em equilíbrio, ou seja ele está parado. Quando o peso é elevado a uma certa altura e depois é solto, a resultante das forças deixa de ser nula, e ele passa a estar em movimento.             Decompondo as forças que atuam sobre o peso temos: Força resultante - Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsJAKh65q5JYc3WjsKYkI5NYH2R_N0UULIu81Lj4E99zM8kT8mXSySvnBjsoCr8Xm3MRrF1eXBVCRsGWXTyjPvTlr1X8Wb0DeANkBbsS-CdenQ0xqVyN07R2VnUT2I0MoQ1Ve4-Jh4J80/s1600/b6A.PNG             Assim temos que a força resultante P’ que atua sobre o pêndulo é P’=m*g*sen θ. Onde g é a aceleração da gravidade e θ é o ângulo que o pêndulo ...

Força Elástica

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FONTE:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkPpXJTxHUEin6QUoe3iny3IzjqZYWwr3docCLQ6h_QccvqjbJfoWZKdFBgGTCXoQ4S9y2ssgh3E9Ce_JOnp9s3H7RDTYUG3V5eoZwgeTQGElh58vVIUf-h7L_y_TSd0ImyQX-VW1KAbE/s1600/mola%5B3%5D%5B1%5D.png        As molas possuem a capacidade de retorna a sua posição inicial após serem deformas, quando fixamos uma extremidade da mola e aplicamos uma força F na outra extremidade, ela tende a se deformar, esticando ou comprimindo, dependendo do sentido da força aplicada. Ao estudar as deformações de molas e as forças aplicadas, Robert Hooke (1635-1703), verificou que a deformação da mola aumenta proporcionalmente à força, observando esse comportamento mecânico, descobriu que as deformações elásticas obedecem a uma lei muito simples. Hooke descobriu que quanto maior fosse o peso de um corpo suspenso a uma das extremidades de uma mola (cuja outra extremidade era presa a um suporte fixo) maior era a deformação sofrida pela mola, nesse c...